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terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Mais que novidade que vem no vento…

Esta última semana foi bastante agitada em nossa cidade e os blogs tem muita história para comentar.

Em primeiro lugar, gostaria de deixar registrado que pela primeira vez,presenciei na cidade de Belo Jardim ( assim como alguns moradores eEduardo_Campos 006 formadores de opinião) a formação de um palanque único, ou seja, a “situação” e “oposição” estiveram dividindo o mesmo palco com uma único ideal : “TRABALHAR PARA O POVO”. Creio que mesmo com as defesas partidárias o "povo" é quem deve ser merecedor de qualquer benefício. Esse sim, é o papel de qualquer homem que mediante a escolha do povo não escolhe o que fazer e a quem fazer, ele REALIZA SEU TRABALHO em prol de todos. Meus parabéns para o prefeito e ao governador.Que independentemente de filiação promulgaram ações de carater público.

Em segundo lugar, vemos que essa abertura política, permitiu o surgimento do “quarto” grupo político em nossa cidade, se assim o for. Diga-se de passagem que o terceiro é o PT. Que o novo grupo venha para somar valores na construção de uma sociedade justa e digna. Que esse grupo, traga propostas fundamentadas e estruturadas em favor do crescimento de Belo Jardim. Aprendam com os erros dos outros, inovem na forma de fazer política ( não subestimando na compra de votos e sim na proposta de educar nossos jovens e crianças no intuito de aprender seus direitos e deveres fundamentados na arte de governar) e que, afinal sejam humildes para reconhecer quando errarem e estejam sempre prontos a ouvir.

Contemplando temos ainda o terceiro ponto: Gostaria de parabenizar o vereador Valdemir Cintra pela iniciativa de criar um blog visando uma aproximação entre seus eleitores e a comunidade local permitindo acesso aos internautas e também moradores de cidade vizinhas. Também ao jovem Mauro Jorge pela sua iniciativa em demonstrar interesse na política local lançando o seu blog. Que todos os blogs de nossa cidade venham a somar em conteúdos de interesse público, permitindo de forma mais transparente possível, o acesso as informações.

Finalizando, mais que novidade que vem no vento ... que os bons ventos nos tragam a esperança de dias melhores. Dias que permitirão a construção e a redemocratização de uma política.

Deixo portanto uma reflexão...

“Para Maquiavel, um príncipe não deve medir esforços nem hesitar, mesmo que diante da crueldade ou da trapaça, se o que estiver em jogo for a integridade nacional e o bem do seu povo”.principe

[...] sou de parecer de que é melhor ser ousado do que prudente, pois a fortuna ( oportunidade) é mulher e, para conservá-la submissa, é necessário (...) contrariá-la. Vê-se, que prefere, não raramente, deixar-se vender pelos ousados do que pelos que agem friamente. Por isso é sempre amiga dos jovens, visto terem eles menos respeito e mais ferocidade e subjugarem-na com mais audácia”. – Maquiavel – O Príncipe.

Em breve mais postagens …..

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

De que me adianta viver na cidade…

Essa música aborda algo bastante notório para as cidades do interior.

“(…)Eu já me cansei de tanto sofrer

Essa madrugada estarei de partida
Pra terra querida que me viu nascer
Já ouço sonhando o galo cantando
O inhambu piando no escurecer
A lua prateada clareando as estradas
A relva molhada desde o anoitecer
Eu preciso ir pra ver tudo ali
Foi lá que eu nasci, lá quero morrer. ”

Parafraseando essa música percebemos a ansiedade de alguns e a abordagem existente dentro de alguns instantes receberemos em nossa cidade o ilustre governador do Estado de Pernambuco – “Eduardo Campos”.

Ao raiar do dia as aves já anunciam a população que ela está ali. E mais ou menos já identifica através de um sinal como está o dia. Se o passarinho assobia vigorosamente é notório que aquele é um bom sinal para o dia. Se o som que ele emite não tem vibração o clima está diferente ou talvez apresente algo anormal para aquele momento.

Belo Jardim ao longo dos últimos cinco dias tem sentindo isso na pele com a mudança da agenda do governador. Já da para sentir o clima que a cidade terá para as eleições de  2010, seja de forma discreta ou até mesmo torna-se público a chegada ou a formação de novos líderes políticos, mais precisamente um novo grupo dentro de um que já existe mas que não aceita ser subordinado pelo líder que não possui bens, e que vão encarar a popularidade na próxima eleição.

“Eu já me cansei de tanto sofrer...” ninguém sabe ao certo qual a finalidade de reuniões de mesmo grupo político em horários diferentes. Tudo esta cercado de mistério e euforia. Nunca se viu tanto arrumar a casa para receber uma comitiva que em três anos de mandato comparece para cumprir uma agenda enfatizada em cooperativismo e resultados práticos.

Do outro lado da ponte alguém grita por socorro – enfatiza. “Uma esmola pelo amor de Deus”, deixe aqui nesse humilde cesto. Deixe certo o quanto vou receber em “cifras R$”, deixe certo meu “peixe” da semana santa, deixe certo que é mais uma “tarefa cumprida”, deixe certo que é mais um “ponto na tabela”, deixe certo o que é “mais que um dever”, deixe certo o “horário” da partida. Deixe tudo esquematizado.No fim das contas, contrate urgente alguém que entenda de construção e mande refazer as pontes. Dê preferência a alguém  que entenda de concreto e ferro. Pois ele sabe unir muito bem esse material e completará a obra creio eu, de uma maneira eficiente. Deixe certo que assim que a construção terminar eu virei para dar por concluída.

Não esqueça me avisar assim que eu chegar lá. “(...) Eu preciso ir pra ver tudo ali (...)”

Ao mesmo tempo (...) alguém está me ouvindo com o rádio ligado (...)

No final das contas o mundo gira, o mundo judia, mas também ensina.Eu tô contrariando, mas não derrotado,                               Eu sou bem guiado pelas mãos divinas...

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Promotor de Belo Jardim cobra cumprimento de Lei municipal antinepotismo

Amigos,

Notícia quente publicada no Blog do Jamildo agora a tarde.

Leiam :


O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) expediu mais recomendação direcionada ao gestor público em combate à prática de nepotismo. O promotor Welson Bezerra de Sousa recomendou que o prefeito de Belo Jardim e os demais responsáveis pela administração municipal adotem todas as providências para coibir a prática ilegal.

Os gestores têm prazo improrrogável de 30 dias para exonerar todos os eventuais ocupantes de cargos comissionados ou funções de confiança com que possuam algum parentesco, até o terceiro grau. No município de Belo Jardim, a prática ilegal foi vedada pela Lei Municipal nº 1.765, de 28 de abril deste ano.
Parentes de gestores municipais, assim como empresas que pertençam a eles, não devem ser contratados para prestar serviços à prefeitura. Os parentes são poderão ingressar nos órgãos municipais mediante aprovação em regular processo seletivo. Os gestores de Belo Jardim devem exigir que todos os nomeados para cargo com comissão ou função de confiança durante a posse declarem, por escrito e sob as penas da lei, não ser cônjuge, companheiro ou parente consanguíneo ou afim até o terceiro grau do prefeito e vice-prefeito, dos secretários municipais e vereadores e dos demais agentes públicos investidos nas atribuições de chefia, direção e assessoramento, no âmbito do Poder Executivo.
A Constituição Federal Brasileira determina que a administração pública direta e indireta deve obedecer aos princípios da legalidade, moralidade, impessoalidade, publicidade e eficiência. O princípio da impessoalidade se traduz na ideia de que a administração não deve ter como objetivo beneficiar ou prejudicar alguém, todos os administrados que se encontram em idêntica situação devem ser tratados igualmente.

Já o princípio da moralidade impõe aos agentes públicos o dever de observar os princípios éticos, como a honestidade, a lealdade e a boa fé, e o princípio da eficiência os obriga a manter a celeridade, a qualidade e os resultados das atividades administrativas. A prática de nepotismo fere os princípios constitucionais e constitui ato de improbidade administrativa, segundo a Lei nº 8.429/92.
No geral, o nepotismo gera um aumento significativo de cargos comissionados e funções de confiança em detrimento dos interesses dos funcionários efetivos, cujo acesso à função se deu mediante concurso público. A partir da recomendação do MPPE, os gestores municipais devem, em até 45 dias, enviar informações, por escrito, à Promotoria sobre o cumprimento das obrigações fixadas, com cópias em anexo de todos os atos de exoneração e rescisão contratual pertinentes. O não atendimento às obrigações implicará a adoção de todas as medidas necessárias à sua implementação e aqueles que não lhe derem cumprimento serão responsabilizados.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

“A arte de governar” – Claudio de Moura Castro

Deixo o texto para reflexão dos leitores. Será que serve de apoio e uma nova construção para os políticos locais ?

"A história classifica como estadistas aqueles que perceberam
as reais necessidades do país, assumiram o risco da impopularidade
no curto prazo, mas souberam vender suas ideias com sucesso"

Nas democracias, o governo cumpre os desígnios dos cidadãos. O povo diz o que quer, o governante executa. Parece uma receita infalível. Mas será? Em cidade relativamente próspera de Minas Gerais, uma pesquisa de opinião mostrou que três quartos dos jovens reclamavam da falta de diversões. Apesar de os esgotos serem jogados in natura nos córregos, nem mesmo entre os adultos houve reclamações quanto à falta de tratamento de efluentes. Sabidamente, esse é o investimento que mais faz cair a mortalidade infantil. O que deve fazer o prefeito? Esgotos que salvam vidas ou espetáculos de música sertaneja que trazem votos?

Um livro recente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Understanding Quality of Life, mostra abundantes estatísticas sobre o que os latino-americanos mais valorizam. Nelas fica claro o conflito entre o que as pessoas querem e o que é necessário para garantir um futuro promissor para o país. Pesquemos alguns temas do livro. As pessoas querem medicina de alta tecnologia e atendimento hospitalar. Contudo, a saúde pública preventiva é mais barata e evita as doenças. Verificou-se também que o estado de saúde das pessoas pouco se associa com as suas percepções de saúde. No Brasil, pobres e ricos estão igualmente satisfeitos com os serviços de saúde. Mas sabemos serem piores para os pobres. Nos países mais ricos da América Latina, há mais contentamento com a situação da saúde. No entanto, quando o país cresce, baixa essa satisfação. Não dá para entender. No Brasil, 65% dos entrevistados estão satisfeitos com a educação. Somente os mais educados percebem como ela é ruim. De fato, sabemos ser péssima a sua qualidade: último lugar no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) de 2001. Ainda pior, entre 1980 e 2000, em um grupo de 35 países, o Brasil foi o que mais recuou de posição.

                                                       Ilustração Atômica Studio

Na área econômica, as percepções também estão desalinhadas com a realidade. Mais renda se associa a mais satisfação. Até aqui, vamos bem. Mas o crescimento econômico traz desagrados. Entre outras coisas, requer mudança de políticas, reformas e outros sustos, mais temidos do que a pobreza. Apesar de o desenvolvimento econômico acabar beneficiando os pobres, são eles que mais resistem às mudanças. Ademais, têm uma opinião mais ingênua acerca da competência do governo. Nessa área, entra em cena um mecanismo maldito. As aspirações crescem mais rápido do que a renda.

Em suma, os governados indicam aos governantes algumas prioridades incompatíveis com o progresso. Pensam no curto prazo e são consumistas impenitentes. Dizem que querem sistemas de saúde mais caros (e mais ineficientes). Querem conforto nas escolas e desdenham mais aprendizado. Não querem as reformas econômicas imprescindíveis para crescer.

A reação mais imediata diante dessa miopia nas preferências é perguntar se não seria a melhor receita um governo autoritário, do tipo "déspota esclarecido". Contudo, como Churchill nos advertiu, a democracia é um péssimo sistema de governo, com a agravante de que não há outro melhor. A experiência com déspotas de todos os sabores não mostra um bom registro histórico. Quando acertam aqui, acolá cometem um erro mais estrondoso. Não é por aí. Temos de insistir nos acertos capengas que nos oferece um sistema democrático e na tentativa de esclarecer a opinião pública.

Os governantes se equilibram em um terreno resvaladiço. Se tentam oferecer o que trará mais progresso e desenvolvimento, sem ouvir o povo, arriscam-se a perder sua popularidade e, com ela, seu poder de implementar reformas. Podem acabar execrados e sem reformas (veja-se Jimmy Carter). Governos populistas fecham as portas para o futuro se jogam confete ao povaréu ou alimentam seus anseios imediatistas. Os exemplos latino-americanos estão nos jornais. Em contraste, governantes bem-sucedidos não perdem a ressonância com a sociedade, mas negociam também uma agenda de futuro.

A história classifica como estadistas aqueles que perceberam as reais necessidades do país, assumiram o risco da impopularidade no curto prazo, mas souberam vender suas ideias com sucesso. Na teoria, a receita é simples: visão, coragem e liderança. A pílula pode ser amarga. Churchill jogou pesado quando ofereceu aos ingleses apenas "sangue, suor e lágrimas". Mas ganhou. Pena que não adianta colocar um anúncio classificado do tipo "Precisa-se de um estadista".

Claudio de Moura Castro é economista
claudio&moura&castro@cmcastro.com.br

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Projetos - Férias - Julho 2009


Um projeto para um programa de rádio está sendo desenvolvido como forma de aprendizado da disciplina de radiojornalismo.
O programa que tem carater informativo está sendo moldado e possivelmente veículado em alguma das emissoras locais.
Para isso precisamos contar com a ajuda de parceiros para aquisição de um horário.
Se você demostra interesse nesse assunto ou deseja saber mais entre em contato.
A sua participação e ajuda servirá de apoio e contribuirá para ter um formato que se adeque as necessidades da população local.
Para obter mais informações envie um e-mail para : dim2006@gmail.com

Conto com a sua participação.

Tudo novo de novo , ou novo atendimento de novo ?


Graças a Deus que apesar de todo o atropelo que aconteceu comigo há oito dias atrás, a saúde de minha genitora está melhor.
Gostaria de agradecer a todos que oraram em seu favor.
E também solicito que "poupem" seu dinheirinho para casos de emergência. Como aconteceu comigo.
Não é de agora que saúde está em péssimas condições não só em Belo Jardim mas como em todo o Brasil.
Assim como a educação, também não é como esperamos. Mas afinal ela serve para algo em nossas vidas.
Contudo, educação nós recebemos de "berço".
Se não é possível ainda quando criança que seja adquirida através de sua formação.
E se não conseguir ainda, junte seus trocados e realize um curso.
Nesse ponto deveria pensar em realizar isso aos funcionários do hospital. Não acham ?

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Saúde X Política em Belo Jardim

Em primeiro lugar vejo que não posso mais me calar diante da situação que se encontra na cidade de Belo Jardim e principalmente sobre a "Saúde pública".


Situação está que na cidade está um "caos".


Ontem pela manhã também fui uma vítima do mau atendimento dos profissionais que ali trabalham.
Precisei utilizar os serviços as 06:00h com minha mãe com suspeita de infarto.

O que vi foi somente a atendente preenchendo a ficha e o vigilante que impedia a entrada de qualquer pessoa.

Procurei saber se existia médico para realizar o atendimento. Ele não estava lá , e nem se quer um técnico de enfermagem para aferir a pressão. A enfermeira chefe - disse com as seguintes palavras : "O MÉDICO ESTÁ A CAMINHO, O ATENDIMENTO DE SUA MAE SÓ É POSSIVEL SE ELA ESTIVER MORRENDO MEU FILHO."

Isso é um fato comum agora.

Ano passado a mesma enfermeira chefe prestou mal atendimento negligenciando o atendimento para levar um paciente para a cidade de Caruaru. No final das contas a demora foi tanta que a pessoa faleceu quando chegou em Tacaimbó.

Ontem foi a vez do vereador Gilvandro Estrela que se manifestar na câmara de vereadores. Ele também foi vítima do "PÉSSIMO" atendimento.

Minha pergunta agora se direciona as pessoas que estão a frente da instituição e aos gestores da cidade ( prefeito e vereadores).

Será necessário primeiro alguém ter que morrer para ser atendido ?

Quais são as causas para isso ? Falta de profissionais ? Falta de pagamento ? Curso de atendimento ao público ?


Ah... Se alguém quiser saber o nome da enfermeira .... entre em contato.