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terça-feira, 20 de julho de 2010

Viva o Jornalismo !

No último mês, fomos agraciados com uma ótima notícia para o Jornalismo de Caruaru. O aluno do sétimo período da Favip, Anderson Morais, ficou em primeiro lugar no Expocom Nordeste na categoria ‘‘artigo'' (produção em jornalismo opinativo). Ele irá representar nossa região no evento nacional em Caxias do Sul (RS), em setembro. Além dele, o jornalista Fernandino Neto (VANGUARDA) concorreu na categoria ‘‘livro-reportagem'' com a obra "Prazer em conhecer", que narra a biografia da premiada atriz pernambucana Prazeres Barbosa; e ‘‘jornal laboratório'', com o estudante Vinícius Gomes, que também presta um bom serviço na Oficina Comunicação.

A conquista de Anderson Morais, orientado pela professora Iraê Mota, deve ser muito comemorada, afinal a Expocom 2010 é considerada a maior vitrine e referência de trabalhos acadêmicos de comunicação do país. Vale lembrar ainda que a Favip, com os três alunos citados, esteve entre as duas únicas faculdades de todo o Nordeste que tiveram trabalhos selecionados para essa etapa.

Esse primeiro lugar serve para mostrar o potencial que os nossos alunos têm. Basta dar uma olhada no mercado de trabalho de Caruaru e ver a mudança. Hoje temos a profissionalização das empresas e um crescimento desenfreado da comunicação no Interior de Pernambuco. A conquista do jovem Anderson Morais, atualmente estagiário da Secretaria de Comunicação da Prefeitura Municipal de Caruaru, nos enche de orgulho e nos permite fazer uma viagem pelo túnel do tempo e lembrar dos grandes jornalistas que se perpetuaram na história do jornalismo local.

A conquista inédita vem num momento para referendar a importância do diploma de Jornalismo. É uma espécie de plano de voo, para que outros alunos despertem a veia acadêmica e passem a ter a ousadia e a coragem de Anderson Morais. Tentar é uma das maiores prerrogativas do bom jornalismo, mas Anderson foi mais além e trouxe um resultado, antes visto pelos céticos como pouco provável para a nossa região. Mas o jornalismo da cidade, apesar de algumas exceções, passa por um bom momento. Basta olhar o retrospecto recente: conquista da TV Jornal do prêmio Cristina Tavares; conquista da TV Asa Branca de todo o horário local para o ABTV 1ª Edição e do portal Mais AB; ampliação da cobertura dos jornais do Recife; emissoras de rádio cada dia mais profissionais; sites especializados em notícias; assessorias de comunicação; a consolidação do jornal impresso na cidade, com o fortalecimento, principalmente, do Jornal VANGUARDA, o mais antigo em circulação no Interior do Estado.

Por tudo que já foi citado, posso dizer que estamos num momento de euforia. Todos os alunos e professores da Favip, representados pela jornalista e coordenadora Rosângela Araújo, são incentivados o tempo todo a participar deste tipo de evento. Valeu, Anderson. Que a sua conquista seja a primeira de muitas. Você encheu de orgulho a comunidade acadêmica e jornalística de Caruaru e região. Parabéns, Anderson. E viva o Jornalismo!
Mário Flávio Lima
Jornalista e professor universitário

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

De que me adianta viver na cidade…

Essa música aborda algo bastante notório para as cidades do interior.

“(…)Eu já me cansei de tanto sofrer

Essa madrugada estarei de partida
Pra terra querida que me viu nascer
Já ouço sonhando o galo cantando
O inhambu piando no escurecer
A lua prateada clareando as estradas
A relva molhada desde o anoitecer
Eu preciso ir pra ver tudo ali
Foi lá que eu nasci, lá quero morrer. ”

Parafraseando essa música percebemos a ansiedade de alguns e a abordagem existente dentro de alguns instantes receberemos em nossa cidade o ilustre governador do Estado de Pernambuco – “Eduardo Campos”.

Ao raiar do dia as aves já anunciam a população que ela está ali. E mais ou menos já identifica através de um sinal como está o dia. Se o passarinho assobia vigorosamente é notório que aquele é um bom sinal para o dia. Se o som que ele emite não tem vibração o clima está diferente ou talvez apresente algo anormal para aquele momento.

Belo Jardim ao longo dos últimos cinco dias tem sentindo isso na pele com a mudança da agenda do governador. Já da para sentir o clima que a cidade terá para as eleições de  2010, seja de forma discreta ou até mesmo torna-se público a chegada ou a formação de novos líderes políticos, mais precisamente um novo grupo dentro de um que já existe mas que não aceita ser subordinado pelo líder que não possui bens, e que vão encarar a popularidade na próxima eleição.

“Eu já me cansei de tanto sofrer...” ninguém sabe ao certo qual a finalidade de reuniões de mesmo grupo político em horários diferentes. Tudo esta cercado de mistério e euforia. Nunca se viu tanto arrumar a casa para receber uma comitiva que em três anos de mandato comparece para cumprir uma agenda enfatizada em cooperativismo e resultados práticos.

Do outro lado da ponte alguém grita por socorro – enfatiza. “Uma esmola pelo amor de Deus”, deixe aqui nesse humilde cesto. Deixe certo o quanto vou receber em “cifras R$”, deixe certo meu “peixe” da semana santa, deixe certo que é mais uma “tarefa cumprida”, deixe certo que é mais um “ponto na tabela”, deixe certo o que é “mais que um dever”, deixe certo o “horário” da partida. Deixe tudo esquematizado.No fim das contas, contrate urgente alguém que entenda de construção e mande refazer as pontes. Dê preferência a alguém  que entenda de concreto e ferro. Pois ele sabe unir muito bem esse material e completará a obra creio eu, de uma maneira eficiente. Deixe certo que assim que a construção terminar eu virei para dar por concluída.

Não esqueça me avisar assim que eu chegar lá. “(...) Eu preciso ir pra ver tudo ali (...)”

Ao mesmo tempo (...) alguém está me ouvindo com o rádio ligado (...)

No final das contas o mundo gira, o mundo judia, mas também ensina.Eu tô contrariando, mas não derrotado,                               Eu sou bem guiado pelas mãos divinas...

sábado, 1 de agosto de 2009

Falha Nossa – Ponte Nova

Mais um episódio do falha nossa. falhanossaAgora dessa vez o problema vêm se arrastando há quase uma semana.

O problema é que existe um “animal morto” no Rio Bitury, nas proximidades da Ponte Nova  o que vêm trazendo aos moradores do bairro, um certo desconforto em questão do mau cheiro e afetando assim, por pior que seja a  “saúde pública”.

Não sabemos se o animal foi colocado ali , ou se por ventura foi trazido pelas águas que correm no rio. As pessoas que transitam para os bairros próximos do local sentem imcomodados com a situação. E cobram soluções.

A falha nossa se resume em três questões :

1 – Quem é o orgão responsável para a remoção do animal ?

2 – Qual será o prazo de remoção ?

3 -  Falando de poluíção, quais são as medidas que os orgãos fiscalizadores estão realizando para a evitar esse tipo de problema junto as margens “morta” do Rio Bitury ? Tem realizado alguma visita ? Os funcionários dos orgãos tem vistos tais problemas e tem procurado a solução ?

Vejam as fotos abaixo e tirem suas conclusões.

Ponte Nova 009 Ponte Nova 005 Ponte Nova 006 Ponte Nova 007

sábado, 18 de julho de 2009

Suplentes de Vereadores em Belo Jardim

Aconteceu nesse sábado na Câmara de Vereadores o 3º Encontro dos Suplentes de Vereadores em Belo Jardim. Que contou com a presença de vários suplentes da região agreste, zona da mata, sertão e litoral.

O blog esteve presente e registrou algumas fotos. Infelizmente uma pequena parcela da população de Belo Jardim esteve presente.

Gostaria de registrar que no evento tive o enorme prazer de conhecer o jovem Nilton Senhorinho. Aproveitamos o momento para discutir sobre os blogs da cidade e a receptividade dos mesmos junto a população belojardinense e região. Gostaria de parabeniza-lo pela iniciativa,coragem e determinação de relatar em seu blog conteúdos do interesse público.

O suplente Bruno Galvão  (PT) esteve à frente da reunião. Estiveram presentes os seguintes suplentes : Pomba, Benício e Da Paz.

Confiram os registros:

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Videos também foram gravados no evento em breve .

Falha Nossa - Rua do Prado – São Pedro

O post falha nossa mostra fotos de um problema que até o momento não foi possível reparar ou chegar a um denominador comum.falhanossa

O problema é que, por diversas vezes o cano da tubulação de água da Compesa se rompe devido a aproximadade entre a areia e as pedras que formam o calçamento. E daí os moradores já se acostumaram e já viram essa cena diversas vezes .

O problema : o esgotamento de água que no final vai parar no córrego mais próximo e se mistura com o esgoto.Prejuízo para a população que precisa de água, percas no sistema, descaso com o meio ambiente e com dinheiro também !

Agora surgem as indagações:

1 – De quem é a culpa da fragilidade do cano ? A prefeitura que repara o calçamento ou a Compesa que não realiza um trabalho de reparo ? IMG_0002

2 – Essas perdas são calculáveis ?  IMG_0004

3 – Qual é o prejuízo atribuído a tudo isso ? IMG_0001

4 – A questão ambiental está sendo avaliada ? IMG_0003

5 – Os impostos e tributos cobrados nas contas de água não dariam conta de refazer esses reparos ?

Infelizmente o pessoal do bairro se pode queixar desse problema por parte da Prefeitura Municipal para as questões de ruas esburacadas, tendo em vista que  todo o bairro do São Pedro sofre essa questão de calçamento. Um boa parte delas por conta da Compesa.

E aí ?  De quem é a culpa ? De ambas ? Talvez !
Tem alguma sugestão para isso ?

Deixe o seu comentário !!!

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Falha Nossa – Rua sem iluminação

Infelizmente não tive tempo de registrar a iluminação da rua comentada anteriormente. IMG_0028

Mas para quem não sabe aquele local fica nas mediações do Posto de Zé Pacheco e próximo ao estacionamento de D. Maria.

Para a festa das Marocas foi improvisado uma iluminação. Amanhã as fotos estarão no blog para vocês conferirem.

E mais uma nova situação do falha nossa. falhanossa

Agora no bairro do São Pedro. Não percam !!!

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Jornalista com diploma , SIM !

Gostaria de transcrever literalmente um texto do Jorge Duarte no qual faz o seguinte comentário sobre o Jornalista e o cozinheiro. Quem sabe não foi esse o texto que o ministro Gilmar se baseou para dar parcerer contra o diploma.

Acredito que na verdade, o que ele precisa é de um JORNALISTA que realize para ele uma análises de seus textos.logo_diploma_2009_retangular1

“Para evitar a perplexidade impeça o nosso jornalista de continuar a sua apresentação, talvez devêssemos retomar o exemplo da cozinha do restaurante. Tal qual a notícia, o alimento preparado pelo cozinheiro também não é produzido na cozinha, mas fora dela. Cabe ao cozinheiro combinar diferentes alimentos entre si, produzindo um prato específico. Da mesma forma, a decisão sobre qual prato será feito também não cabe ao cozinheiro, mas antes ao cliente, que por sua vez segue os padrões alimentares específicos etc.

Se nosso jornalista conseguir levar à frente essa analogia, ele verá que uma redação jornalística difere-se muito pouco de um restaurante, pelo menos no que os dois têm de rotineiro. Um jornal vende notícias, que acontecem lá fora e que recebem na redação um tratamento especial antes de serem oferecidas ao leitor. Um restaurante vende refeições, cujos ingredientes vêm do exterior, mas não são preparados se servidos de modo que agrade o paladar do consumidor.

Que dizer então que o trabalho do jornalista é igual ao de um cozinheiro ? Não, não é. É muito diferente. A começar pela matéria prima. O cozinheiro lida com produtos estáveis ( vegetais, temperos, carnes), enquanto o jornalista lida com produtos instáveis. Nenhum acontecimento é igual ao outro, o que faz que o trabalho do profissional da imprensa não seja o de apenas ‘misturar os ingredientes’, mas de pensá-los e ponderar sobre a importância de cada um deles, publicando o que se considerar importante e/ou interessante para o público do veículo no qual trabalha. O problema é que nem sempre o que sai na imprensa é o mais importante, do ponto do vista do interesse público ( e das maiorias do veículos de comunicação que são donas e se acham no direito de colocar 4 anos de estudos em sua maioria, substituindo por qualquer um que tem um rostinho bonito ou sabe se expressar bem mas não tem conhecimento teórico algum para argumentar).”

“Há de se concordar que o problema é que nem sempre sai na imprensa é o mais importante, do ponto de vista do interesse público. Muitas vezes, o interessante, mesmo que desimportante , merece mais espaço do que o importante, taxado de desinteressante.”  - Jorge Duarte – Relacionamento com a mídia.

Qual é a sua interpretação a partir de agora com o jornalista após a leitura desse pequeno texto. Será que é somente mais um ? 

Seja mais um a favor da Obrigatoriedade do Diploma para o exercício do JORNALISMO.

domingo, 26 de abril de 2009

Que tipo de jornalista acredito ser ?

Em meio a tanta turbulência em defesa do diploma para exercer a profissão de Jornalista penso em tipo de jornalista acredito ser ?

Na verdade quem nasce com o dom da comunicação tem em suas veias algo que não consegue impedir de se expressar. Utiliza os cinco sentidos vitais em prática que estabelece relação com o mundo… Em sua mente, o papel de difusão das palavras, do conhecimento, da informação. O olfato apurado para conseguir absorver de maneira ágil o fato. O tato para se situar onde deve estar ou simplesmente por onde caminhar. A visão aberta para ver diferente possibilidades de construção. A sem títulojoraudição de maneira singular , conseguindo mesclar e separar o que nos leva a reflexão. E por último o paladar, esse sim é o melhor. É por ele que sentimos o sabor da vitória. E o que diríamos de “sabor de algo mais”.

O papel do jornalista em sua vida faz o mundo virar de ponta para baixo quando ele faz uso de seus cinco sentidos. Eles se completam de maneira que é ele quem vai trazer de forma pública as notícias e dali criar seus argumentos. O tipo que quero vai da maneira que você adquirir com sua base familiar.

Sem pensar o que muitas vezes o papel que você vai desempenhar com o que lhe foi passado muitas vezes não é a realidade do mundo que você vai vivenciar no mercado de trabalho. Será que você vai conseguir atingir o seu real papel para o qual você está estudando? Os sentidos que temos vão abordar em todos os formatos o valor do profissional que você é.

Primeiro você aborda o conteúdo com o tato, é ele que vai te guiar para discernir de que forma ou qual o caminho a seguir. O olfato vai te guiar captando da melhor maneira possível o cheiro do que você deseja repassar para a sociedade. Chega então a visão, é com ela que aprendemos a dizer o que pensamos ou vemos. Utilizamos o termo “em nosso ponto de vista”. A nossa visão vai mais longe. Temos em nossa frente a realidade, o real, o visível. E por ultimo temos o sabor, o gostinho do paladar, é com ele que sentimos o real sabor de ter realizado de maneira correta o nosso papel, dá para dizer “o gostinho de quero mais”.

Na verdade, não sei que jornalista eu quero ser. As vertentes são tantas que não conseguimos definir em nossa jornada de apenas quatro anos. Apenas conhecemos, mas não definimos para o resto de nossas vidas.

Eu acredito que jornalista pode ser professor. Na verdade ele sabe de tudo. Deixa todos informados. Sim, precisa somente se especializar na área que pretende fortalecer.

Eu acredito que pode ser jornalista de TV. Na verdade, nem sei se vou seguir essa área. Não tenho o “rostinho” bonito que muitos dizem por aí.

Agora imagine você se acordando pela manhã, com uma linda voz anunciando as notícias da manhã. Não reconheço minha voz, ou acredito que é o gravador com defeito, ou o aparelho de microfone que não presta.

Eu acredito que jornalista pode ser assessor de imprensa. Na realidade ele já faz isso todos os dias. Mantém a todos informados e se preocupa em selecionar o que há de melhor. Seria isso?

Na verdade não sei que tipo o mundo vê o jornalista, mas acredito que o seu papel é manter o seu papel social na sociedade que ainda é carente. Mas não tem ou não quer utilizar os recursos que tem. A globalização e seus meios de comunicação estão à procura de alguém que queira utilizar de maneira ágil o papel de informar com qualidade e respeito. Acredito que posso me enquadrar nesse contingente de estudante de jornalismo que terá como profissão a comunicação e desenvolver um trabalho sério, com comprometimento e racional. Dorme criança, que a cuca vem pegar.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008