Com uma visão aberta sobre os fatos do Agreste Pernambucano. Um blog para ser instrumento, um elo, um canal, uma ponte de conhecimento a serviço de todos. Um pouco de conhecimento para inovar Um blog interativo para escrever e falar ! De tudo um pouco, um pouco de tudo que se queira dizer. Tenho orgulho de ser Jornalista e compartilhar informações no ciberespaço!
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Reflexão da Semana
Na margem contrária, o mal impõe e opera através do medo, da cobiça, da ira e da tentativa de colocar os humanos uns contra os outros.
Isso não é nada difícil, porque com os humanos partindo do princípio que eles e elas são o fundamento de suas próprias vidas acabam atribuindo a si o que não procede de suas essências, são apenas estações repetidoras e multiplicadoras da graça divina.
Com cada humano se achando o centro crítico do Universo, o mal não tem dificuldade alguma de impor, separar, infundir medo e cobiça, já que as pessoas olham às outras com desconfiança em vez de amor.
Apesar de tudo, o bem é invencível
domingo, 27 de junho de 2010
Uma gota de felicidade e chuvas de calamidade
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Reflexão da Semana
domingo, 25 de abril de 2010
Acabou o intervalo
Acabou o intervalo! Tocou o sino !Estou voltando.
Depois de várias semanas aribulado pelas provas e apresentações na faculdade, chegou o momento para pausa.
Então, teremos novas postagens na semana e reflexões também.
A desta semana é a seguinte :
"O mais importante não é o número de idéias agrupadas em sua mente,
mas o vínculo que as une" - Titu Maiorescu
domingo, 4 de abril de 2010
A democracia tem uma serie de falhas ...
Na verdade, eles dizem que ela não pode ser ensinada e estão prontos para assasinar qualquer um que diga o contrário. Eles passam o todo o tempo aborrecendo o capitão e fazendo tudo que podem levá-lo a dar-lhes o leme. Se uma facção obtem mais sucesso que a outra, seus rivais podem matá-los e jogá-los aos mar, colocar o honesto capitão fora de combate com drogas ou , de alguma maneira, tomar o controle da nau, apossarem-se do que estiver a bordo e transformar a viagem naquele tipo de cruzeiro de prazer de bêbados que se poderia esperar. Finalmente, eles reservaram sua admiração para o homem que sabe como ajudar a controlar o capitão pela força ou pela fraude; eles louvam suas capacidades como marinheiro e navegante e seu conhecimento do mar e condenam todos os demais como inúteis. Eles não têm idéia que um verdadeiro navegador deve estudar questões apropriadas à sua profissão caso queira estar realmente preparado para controlar o navio; e pensam que é impossível adquirir a habilidade profissional necessária para um tal controle (seja este exercido ou não) e que não existe uma tal coisa como a arte da navegação. Com tudo isso acontecendo a bordo, não estarão os marinheiros ou qualquer outra pessoa a bordo de uma tal nau predispostos a julgar o verdadeiro navegador como falastrão ou um visionário e inútil para todos eles ?" (Platão, A República, p.282)
Seria mera coincidência ou realidade ?
Reflitam,
Boa Semana e feliz páscoa.
domingo, 28 de março de 2010
Reflexão da Semana
domingo, 14 de março de 2010
O passo a passo de um "foca"
Liberdade de expressão, opinião, física ... toda a liberdade que for concedida a quem lhe é dada por direito.
No uso do que é lhe dado, é nos primeiros meses de gestação que o filho acompanha sua mãe para que ela lhe ensine os primeiros passos. Ela vai ensinar a "coletar as informações" para saber separa o joio do trigo, ela vai te ensinar "a escrever de forma correta" evitando o uso incorreto de sua língua, ela vai te ensinar a "matar um leão por dia" para que garanta sua alimentação, ela vai te ensinar a "escutar" sempre que for preciso e apurar as informações de maneira sábia para que você não se perca no caminho, ela vai te ensinar a "ver" qual o melhor ângulo para aproveitar ou tiver que "falar com a imagem".
Ela, sua mãe, vai te guiar conforme ela foi instruída através de gerações passadas que também fizeram o mesmo com ela, ensinaram de maneira sábia e coerente garantindo que esse conhecimento fosse repassado ao longo dos anos com a mesma excelência de sempre. Não preciso ferir ninguém, não precisou subestimar alguém, não precisou manipular ninguém.
Seguiu a cartilha escrita através da construção de sua moral e a conduta ética.
Assim somos nós, estagiários dessa vida.
Não precisamos acertar tudo o que fazemos, mas devemos ser instruídos com sabedoria uma vez que, amanhã alguém possa nos dizer : "não tenho nele confiança, ou não é um bom profissional".
É como a canção que diz : "ando devagar por que tive pressa..." pressa para vencer, pressa para aplicar os conhecimentos, pressa para ingressar no mercado de trabalho não tanto valorizado, pressa... pressa... ande devagar... e sempre...
Mensagem da Semana
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Reflexão da Semana
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Alguém me disse e eu acreditei
Em um dia como qualquer outro ,precisei ver os meus pais renunciarem parte de sua vidas em favor dos meus ideais.
Em um dia como foi a alguns anos atrás , deixei de ser criança, alcançei a "maior" idade e consegui o meu primeiro emprego.
Em um dia como foi o de ontem, vi que precisava estudar para obter uma qualificação e assim como todo os jovens que persistem fui aprovado no vestibular e assim entrei na faculdade.
Em um dia de sol aproveitei a liberdade no feriado e visitei meus amigos.
Em um ano poucos são os dias para se agradecer aos meus amigos, familiares e a todos em geral pelo abraço, pelas palavras, encorajamento, sabedorias compartilhadas, alegrias e tristezas seja pelas vitorias ou derrotas.
Em 2010, almejo ver o resultado de todo o meu esforço,ao longo dos quatros anos em algumas páginas da monografia que escreverei e do futuro que me espera ou seja talvez o contrário, ele não me espera, eu devo ir ao seu encontro.
Hoje sou estudante...
Amanhã um profissional.
Depois de amanhã, continuarei sendo "o" mesmo. Posso estar acompanhado ou sozinho.
Posso estar na tela de sua TV ou morando vizinho a você.
Minha voz pode chegar através das ondas sonoras do seu rádio ou, então terei o prazer de lhe conhecer pelas ruas da cidade.
Meu texto poderá ser publicado nos jornais do estado ou somente neste blog.
Quem sabe assessorar alguém ? Ou ser assessorado ?
Deus tudo sabe !
Ele também sabe o melhor para você também.
Deposite sua confiança n'Ele!
Eu já fiz! E agora aguardo o seu sinal para avançar.
Nos meus pequenos passos observo o horizonte aberto cheio de oportunidade para nós, futuros profissionais (jornalistas, administradores,psicológos etc).
Basta querer ! Una-se ao time dos vencedores e marque seu gol!
Viverei, viverás !
Reflexão da Semana
domingo, 7 de fevereiro de 2010
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Reflexão da Semana

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
Chegou o dia , hoje é natal.
Organiza o Natal – Carlos Drummond de Andrade
Alguém observou que cada vez mais o ano se compõe de 10 meses; imperfeitamente embora, o resto é Natal. É possível que, com o tempo, essa divisão se inverta: 10 meses de Natal e 2 meses de ano vulgarmente dito. E não parece absurdo imaginar que, pelo desenvolvimento da linha, e pela melhoria do homem, o ano inteiro se converta em Natal, abolindo-se a era civil, com suas obrigações enfadonhas ou malignas. Será bom.
Então nos amaremos e nos desejaremos felicidades ininterruptamente, de manhã à noite, de uma rua a outra, de continente a continente, de cortina de ferro à cortina de nylon — sem cortinas. Governo e oposição, neutros, super e subdesenvolvidos, marcianos, bichos, plantas entrarão em regime de fraternidade. Os objetos se impregnarão de espírito natalino, e veremos o desenho animado, reino da crueldade, transposto para o reino do amor: a máquina de lavar roupa abraçada ao flamboyant, núpcias da flauta e do ovo, a betoneira com o sagüi ou com o vestido de baile. E o supra-realismo, justificado espiritualmente, será uma chave para o mundo.
Completado o ciclo histórico, os bens serão repartidos por si mesmos entre nossos irmãos, isto é, com todos os viventes e elementos da terra, água, ar e alma. Não haverá mais cartas de cobrança, de descompostura nem de suicídio. O correio só transportará correspondência gentil, de preferência postais de Chagall, em que noivos e burrinhos circulam na atmosfera, pastando flores; toda pintura, inclusive o borrão, estará a serviço do entendimento afetuoso. A crítica de arte se dissolverá jovialmente, a menos que prefira tomar a forma de um sininho cristalino, a badalar sem erudição nem pretensão, celebrando o Advento.
A poesia escrita se identificará com o perfume das moitas antes do amanhecer, despojando-se do uso do som. Para que livros? perguntará um anjo e, sorrindo, mostrará a terra impressa com as tintas do sol e das galáxias, aberta à maneira de um livro.
A música permanecerá a mesma, tal qual Palestrina e Mozart a deixaram; equívocos e divertimentos musicais serão arquivados, sem humilhação para ninguém.
Com economia para os povos desaparecerão suavemente classes armadas e semi-armadas, repartições arrecadadoras, polícia e fiscais de toda espécie. Uma palavra será descoberta no dicionário: paz.
O trabalho deixará de ser imposição para constituir o sentido natural da vida, sob a jurisdição desses incansáveis trabalhadores, que são os lírios do campo. Salário de cada um: a alegria que tiver merecido. Nem juntas de conciliação nem tribunais de justiça, pois tudo estará conciliado na ordem do amor.
Todo mundo se rirá do dinheiro e das arcas que o guardavam, e que passarão a depósito de doces, para visitas. Haverá dois jardins para cada habitante, um exterior, outro interior, comunicando-se por um atalho invisível.
A morte não será procurada nem esquivada, e o homem compreenderá a existência da noite, como já compreendera a da manhã.
O mundo será administrado exclusivamente pelas crianças, e elas farão o que bem entenderem das restantes instituições caducas, a Universidade inclusive.
E será Natal para sempre.
Ah! Seria ótimo se os sonhos do poeta se transformassem em realidade.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Quando morre uma criança
Amigos leitores, gostaria de compartilhar o texto publicado semana passsada na revista veja escrito pela Lya Luft. Algo extraordinário para nossa reflexão.
Deleitem-se com o texto e após sua leitura expresse sua opnião.
“Diz um filósofo que toda morte de uma criança é a refutação da existência de Deus. Eu acho que cada morte de uma criança enfatiza o mistério no qual estamos mergulhados, e que não é silencioso: ele fala alto. Então nos atordoamos para não ouvir, fugimos dele para não o perceber, recorremos a mil atividades e distrações numa agitação insana – horários, compromissos e prazeres, buscamos e perdemos, corremos e não chegamos nunca, nem sabemos aonde queremos ir.
Eu nunca tinha visto uma criancinha morta. Nunca tinha ido ao velório de uma, e quase me acovardei, quase não fui. Mas o carinho pela família, e por essa menininha que tantas vezes vi correndo e brincando, com a qual tive alguns diálogos deliciosos, me deu coragem. E fui. Alguém murmurou: parece uma boneca numa caixinha. Ela, a pequena, serenada do sofrimento que ocupou quase todo o espaço dos seus poucos anos, dormia o seu sono enigmático. Nós, adultos de todas as idades, chorávamos. Uns pela perda da pessoazinha amada, outros condoídos pela dor dos amigos, outros, ainda, esmagados pela fragilidade que a doença, o sofrimento e a morte nos fazem sentir.
Amor e devoção imensos iluminaram a vida dessa criança e a todos ao redor. Esse foi talvez o legado maior que a menininha que partiu nos deixou: ao lado da dor e da aniquilação, do desespero e do medo, também existem o bom, o belo, o forte, o amoroso, a devoção e a lealdade – mesmo que tanta coisa fora de nós, de nossa casa e nossas amizades nos pareça decadente ou ameaçadora. Pois todo dia ao acordar somos assaltados por notícias que causam melancolia ou indignação, visões de cinismo, conchavos perversos, desprezo pela honra e falta de modelos positivos. Pouco se faz. Nada se faz. Vivemos ao ritmo desse triste refrão: "as coisas são assim mesmo", "é a vida", "política é isso", "impossível administrar a violência", "o narcotráfico manda em toda parte", "uma maconhazinha só não faz mal", "ninguém tem nada a ver com minha vida", "não adianta querer mudar", e assim por diante.
Por toda parte, famílias em crise. Pais omissos ou ocupados demais não sabem o que fazem filhas de 10 anos em festinhas sem o cuidado de adultos; pré-adolescentes transam, curtem bebida, maconha ou drogas pesadas, depois que o primeiro cigarrinho abriu as portas. Numa grande festa, jovenzinhos bêbados ou drogados vomitam ou dormem nos banheiros de um clube elegante. Adultos passam cuidando para não sujar os sapatos. Só acontece algo quando uma dessas crianças passa realmente mal, e é preciso chamar a ambulância. Onde estão os pais? Vão me achar rigorosa demais, mas eu insisto: onde estão os pais? Sabem onde andam os filhos, com quem convivem nas longas horas fora de casa, têm consciência do quanto são responsáveis? Este é um dos dramas da maternidade e paternidade: teve filho, é responsável. Quem ama cuida. E que seja com alegria, ou não vale. Não funciona. É de mentira.
Escrevo essas coisas rudes, pelo seu contraste com meu verdadeiro assunto: uma criança, enferma a maior parte de sua vida, e sua família provaram que neste mundo também existe verdadeiro amor, que é dedicação. Sem saber, ela ensinou os outros a ser ainda mais unidos e mais amorosos, eles que tudo dariam para preservar a luz daquele seu tesouro, mas tiveram de se render ao destino, à enfermidade, à morte – não importa o nome. Junto com o sofrimento, ficaram para sempre a claridade, a doçura e a força que vão continuar emanando dessa dura experiência transformadora, e daquela figura travessa, inquieta, corajosa, de grandes olhos escuros que me fitaram tão sérios quando lhe perguntei brincando:
– Você não quer um dia desses dar uma volta comigo na minha vassoura de bruxa?
Sem traço de dúvida ou hesitação, ela disse:
– Eu quero!
Menininha que iluminou este mundo tantas vezes feio e cruel, você vai continuar entre nós, na memória de sua passagem breve como a de uma lanterna mágica que vara o céu. Mas esse passeio eu fiquei te devendo. Um dia, quem sabe, quando todos formos poeira de estrelas.”
domingo, 29 de março de 2009
Boa Formação faz a diferença
Esse texto postado no blog é algo interessante. Vale apena refletir.
A cultura ajuda a melhorar a capacidade de julgar
Os responsáveis pelas áreas de seleção das principais empresas do Brasil são unânimes em apontar uma falha grave na formação dos profi ssionais brasileiros: a falta de cultura. A crítica vale tanto para jovens trainees quanto para executivos que já ocupam cargos de liderança. Falta conhecimento de história, geografia, pintura, música e literatura. Esse defeito pode definir sua próxima contratação ou promoção: as empresas precisam de gente culta. Por quê? Porque é o nível cultural que melhora a capacidade de diagnóstico, de entender rapidamente contextos complexos e de fazer julgamentos. Não é à toa que as escolas de administração europeias (que nos últimos anos lideram os rankings internacionais) oferecem cada vez mais cursos que discutem pintura, prosa e poesia, neurologia, filosofia, antropologia e história.
A origem do problema está nos cursos de graduação, que despendem muito tempo ensinando técnicas e práticas de gestão, modelos de análise e decisão e novas técnicas de marketing e de finanças. Nada de cultura. É como se o aspecto cultural fosse menos importante. Os executivos mais experientes já sentiram o drama e correram para sanar o desvio de formação. É o que explica o sucesso da Casa do Saber, que oferece no Rio de Janeiro e em São Paulo uma extensa lista de cursos de humanidades, da psicanálise à geopolítica, com alta frequência de homens de negócios.
Nestes dias em que estamos tentando decifrar uma das mais complexas crises econômicas dos últimos 50 anos, são muito importantes outros pontos de vista, outros modelos. E estes só vão aparecer se os profissionais tiverem um olhar mais amplo. Acontece que o desenvolvimento cultural é um projeto individual, você precisa estabelecer seu plano e algumas metas. Minha sugestão: ler um livro por quinzena, assistir a um filme por quinzena, ir a um concerto por mês, fazer uma visita a um museu a cada dois meses, fazer um curso sobre filosofia a cada três meses. Seu papo vai ficar melhor. Cultura é um grande diferencial competitivo. Ou você pensa que só falar inglês vai fazer a diferença?
Luiz Carlos Cabrera é professor da Eaesp-FGV, diretor da PMC Consultores e membro da Amrop Hever Group


