quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Natal: Um passo no caminho da paz e de um mundo sustentável - Motivo de Exemplo

Alunos do Projovem realizam trabalho Social

Várias atividades serão desenvolvidas (pesquisas, visitas,palestras,oficinas,feira cultural...) dentro da perpectiva: Conhecimento/Participação Cidadã e Qualificação Profissional.


Contamos com a sua colaboração! Você pode ajudar -
01. Doando alimentos não perecíveis, os quais serão doados em forma de cesta básica no dia 19/12 no Loteamento Frei Damião;
02. Doando roupas,sapatos, acessórios... usados para a realização de um brechó com o objetivo de arrecar fundo para as várias atividades. Dentre elas:

05/12 - Tarde cultural no Lar de Nikolas;(Abrigo para Crianças e adolescentes)
11/12 - Tarde cultural no TIA (Terceira Idade em Ação);

Oficinas:
Papel Machê - Biscuit peruano/Música/reciclagem

Palestras: 25/11 - Meio Ambiente e 30/11 Cidadania e Participação Cidadã.


Você pode entrar em contato com os telefones: (81) 3726.1031 ou 9698.9561 para marcar o dia que a gente manda buscar sua doação.


Contamos com você!

Adilza Cristina
Prof. Ciências Humanas - PROJOVEM

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

População Belojardinense "sumiu" ? Ou existe erro na contagem do IBGE

Amigos,
Posto aqui a matéria que foi ao ar hoje no TV Jornal Meio Dia - Caruaru sobre o problema do Censo 2010 em Belo Jardim.
Infelizmente, posso dizer que realmente existe uma falha enorme.
Apesar de trabalhar em outra cidade, minha família continua em Belo Jardim.
E em conversa procurei saber sobre o recenseamento.
E não é que ninguém, isso mesmo, NINGUÉM apareceu em minha casa seja durante o dia ou no periodo da noite.
Ao menos, deixaram um bilhete ou formulário para marcar um horário, nenhum agendamento.
E agora, vai ter tempo para visitar ? O prazo final é até o dia 20 de novembro.
E esperar...

Sistema de rede na televisão brasileira plastifica produção local

domingo, 31 de outubro de 2010

Os Toyotas com ou sem passageiros ?

Relembrando os toyotas...
Coincidência ou não, participei de algo que é comum no período das eleições , quando era permitido (eita saudades) do transporte de passageiros das zonas rurais para a cidade e vice-versa como transporte mais popular de nossa região, os toyotas.
Ao me deslocar de Caruaru até Belo Jardim, pelo período da manhã, não tinha nenhum transporte literalmente, nenhum carro. Éramos em uma média de trinta pessoas que estavam reunidas com o mesmo propósito. Voltar a sua cidade para participar do maior ato que qualquer pessoa em liberdade em pleno exercício da democracia, o voto.

Muitas pessoas morreram outras, precisaram enfrentar diversas dificuldades para garantir que eu e você querido leitor, pudesse ter esse direito e essa liberdade. Não vejo este ato como uma obrigação imposta pelo nosso sistema. Assim como você tem exerce sua liberdade de ir e vir, de comprar seus objetos, de escolher um local para morar, uma alimentação. Assim, é pra mim o direito de votar.
Ao transporte, em uma hora de trajeto, me lembrei de histórias que se cruzam, mas de um fato diferente.

Primeiro que os Toyotas são veículos de força e estratégico para locais de difícil acesso. A palavra estratégia para isso é segmentada porque envolve que eles cumprem o seu papel em um solo fértil ou árido. O transporte de pessoas e mercadorias sobre ele manifesta a sua força sobre a ótica de ajudar na condução de alimentos, roupas, materiais diversos. Tudo o que precisamos no cotidiano.

Em larga produção, continua sendo o veículo da zona rural. Triste, é o dia de hoje eles. Que não mostraram sua força, sim, mostrou suas faces transportando as urnas eletrônicas. Como foi possível esquecer?

O percurso em uma janela, com as gotas de chuvas, mostrou mais detalhes desses transportes. Ele não possui vidros nas portas dos passageiros, possui lonas pretas que tapam a visão e não permite contemplar as belezas da paisagem. É verdade que muitos estão cobrindo os seus olhos, não comparecendo aos locais de votação para manifestar o seu desejo.

A janela por um instante se abriu pela passageira que queria descer. Chegou ao seu ponto final e novamente foi preciso abrir a porta. Ao abrir, viu que não era ali o local que deseja ficar. E queixou-se do motorista, que humildemente a respondeu: “Sim, desculpe. Mas se a senhora estivesse com a janela aberta, teria visto que o local que queria desembarcar já passou. Vou para por aqui, e infelizmente o restante do pessoal não vai concordar em voltar...” foi à oportunidade.

Minha janela, sem proteção, minha visão. De uma estrada larga, sem movimento de carros, sem interferência, sem sol, mas aberta para contemplar. O transporte não é tão confortável assim, mas cheguei a cidade. O Toyota azul, com velocidade dentro dos padrões chega a Belo Jardim. Chegou ? Mas cadê a placa indicativa ? Foi retirada ? Não existe mais. O cenário mudou, passagem aberta, os transportes podem regredir ou evoluir as histórias e os fatos permanecem, ganham nova visão, nova roupagem. Só não modifica seu contexto, suas idéias, a sua interpretação.